sexta-feira, 31 de março de 2006
Brilhante argumentação... ! ! !
"Senhor Juiz: eu vi efectivamente uma placa que dizia«70», a preto, rodeada por um círculo vermelho, sem mais nenhuma menção. Como sabe, a lei francesa de 4 de Julho de 1837 torna obrigatório em França o sistema métrico e o decreto nº 65-501, de 3 de Maio de 1961, define como unidades de base legais as unidades do Sistema Internacional (SI). Ora, no SI, a unidade de comprimento em vigor é o metro e a unidade de tempo é o segundo. Assim sendo, é evidente que a unidade de velocidade legal tem que ser o metro por segundo. Não quero crer que o Ministério do Interior deixe de aplicar estas leis da República. Ora, 70 metros por segundo corresponde exactamente a 252 km/h. Os agentes policiais afirmam que fui detectado a 250 km/h e eu não o contesto. Tanto mais que estava ainda 2 km/h abaixo do limite máximo autorizado. Portanto, agradeço que considere estes argumentos e me devolva a minha carta de condução. Os meus melhores cumprimentos."
F A N H O S O ! ! !
Cada vez mais se nota que quem tem que decidir anda atarefadíssimo.
"O Diário da República do passado dia 5 de Maio publica um anúncio que, a ser verdade, provocaria um terramoto no sistema financeiro português. Na página 9587 do jornal estadual pode ler-se que o Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia decretou a falência do BCP. O anúncio refere que, 'por sentença de 31 de Março de 2005 (...), foi declarada a falência do requerente, Banco Comercial Português'. Ou seja, não só faliu como foram os próprios a pedi-la...
O DN contactou o BCP e fonte oficial do banco assegurou que por lá já se tinha descoberto a asneira. Acto contínuo, informaram o Tribunal, que prometeu sanar o arreliador problema."
O pilha galinhas!
Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e levaram para a delegacia.
- Que vida mansa, heim, vagabundo? Roubando galinha para ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai para a cadeia!
- Não era para mim não. Era para vender.
- Pior. Venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Sem-vergonha!
- Mas eu vendia mais caro.
- Mais caro?
- Espalhei o boato que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.
- Mas eram as mesmas galinhas, safado.!
- Os ovos das minhas eu pintava
.- Que grande pilantra... (mas já havia um certo respeito no tom do delegado). Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...
- Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiro a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopolio.
- E o que você faz com o lucro do seu negócio?
- Especulo com dólar, Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para programas de alimentação do governo e superfaturo os preços. O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:
- Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está milionário?
- Trilionário. Sem contar o que eu sonego de Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.
- E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?
- Às vezes. Sabe como é.
- Não sei não, excelência. Me explique.
- É que, em todas essas minhas actividades, eu sinto falta de uma coisa. O risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora. Fui preso, finalmente. Vou para a cadeia. E uma experiência nova.
- O que é isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.
- Mas fui pegado em flagrante pulando a cerca do galinheiro!
- Sim. Mas primário, e com esses antecedentes...
quinta-feira, 30 de março de 2006
O desenrascanço tuga
A carta dizia o seguinte:
Querido Luis:
Não posso continuar com esta relação. A distância que nos separa é demasiado grande. Tenho que admitir que te fui infiel duas vezes desde que partiste e creio que, nem tu nem eu, merecemos isto, sinto muito. Por favor devolve-me a foto que te enviei.
O soldado, muito ferido, pediu a todos os seus companheiros que lhe emprestassem fotos das suas noivas, irmãs, amigas, tias, primas, etc.
Junto com a foto de Maria incluiu todas as outras fotos que havia recolhido dos amigos. Havia 57 fotos no envelope e uma mensagem que dizia:
"Querida Maria:
MORAL: apesar de derrotado... há que SABER LIXAR O INIMIGO
Sem Palavras ...
Sem palavras...
No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem por toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para escolas comuns.
Num jantar de beneficiência de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes.
Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou:
"Onde está a perfeição no meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição?
Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem.
Meu filho não se pode lembrar de factos e números como as outras crianças.
Então, onde está a perfeição de Deus?"
Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai, mas ele continuou:
"Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança."
Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:
Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam jogando beisebol.
Pedro perguntou-me: - Pai, você acha que eles me deixariam jogar?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria na equipa. Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação.
Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar.
O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros da equipa e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:
- Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava.
- Acho que ele pode entrar na nossa equipa e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.
Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino.
Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar.
No final da oitava rodada, a equipa de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo pôr três. No final da nona rodada, a equipa de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar.
Uma questão, porém, veio à minha mente: a equipa deixaria Pedro, de facto, rebater nesta circunstância e deitar fora a possibilidade de ganhar o jogo?
Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro. Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão.
Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater.
Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e falhou.
Um dos companheiros da equipa de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador.
O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro.
Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro da equipa balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.
O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo.
Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base.
Então todo o mundo começou a gritar: "Pedro, corre para a primeira
base. Corre para a primeira". Nunca na sua vida ele tinha corrido...
Mas saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado.
Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo miúdo da base, o que colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava correndo.
Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base.
Todo o mundo gritou: "Corre para a segunda, corre para a segunda base.!"
Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal.
Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direcção de terceira base e todos gritaram:"
Corre para a terceira!"
Ambas as equipas correram atrás dele gritando: "Pedro, corre para a base principal!"
Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para a equipa dele."
"Naquele dia," disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"
O facto é verdadeiro e ao mesmo tempo nos causa tanta estranheza!
Entretanto, há pessoas que enviam mil piadas por e-mail e elas se espalham como fogo, mas, quando enviamos mensagens sobre algo de bom, as pessoas pensam duas vezes antes de compartilhá-las. É preocupante que coisas grotescas, vulgares e obscenas cruzem livremente o ciberespaço, mas se você decidir passar adiante esta mensagem, não a enviará para muitos de sua lista de endereços, porque não está seguro quanto ao que eles acreditam, ou ao que pensarão de você.
quarta-feira, 29 de março de 2006
Exército do Brasil condena à prisão soldados flagrados fazendo sexo em quartel
LÉO GERCHMANN
da Agência Folha, em Porto Alegre
Dois soldados do Exército foram condenados à prisão nesta quinta-feira pela Justiça Militar, em Santa Maria (RS), por terem praticado sexo na padaria do Parque Regional de Manutenção da 3ª Região Militar, mais conhecido como Parque de Motos.
O episódio ocorreu no dia 27 de abril do ano passado. Os dois faziam um bolo quando ocorreu o ato sexual, dentro da padaria. Ronaldo Alves, 25, pegou dez meses e 20 dias de detenção. Leandro Portela, 20, foi condenado a seis meses de detenção.
A Justiça alegou que os dois praticavam ato de "pederastia ou libidinagem" (segundo o Código Penal Militar), o que resultou nessas penas. Antes do julgamento, chegou-se a cogitar a possibilidade de os dois serem expulsos do Exército, o que não se confirmou.
O advogado de Alves adiantou que recorrerá da decisão. O de Portela não se manifestou a respeito.
Os dois soldados não mantinham um relacionamento estável. Foi a única vez em que eles praticaram sexo entre si, segundo relataram.
A pena poderia variar entre prisão de seis meses a um ano --o que se prevê para o caso da prática de sexo dentro de unidade militar. Haveria, ainda, a possibilidade de a condenação ser agravada, pois os dois estavam em serviço no momento do ato sexual.
Os dois soldados admitiram terem praticado o ato. Alves disse ter sido forçado a isso. Portela alegou que foi seduzido pelo colega. Eles foram julgados por um conselho militar, formado pela juíza auditora Suely Pereira Ferreira e por quatro oficiais do Exército.
domingo, 26 de março de 2006
As 15 coisas que um homem sempre QUIS ouvir...
5.. Eu sei que é apertado aí atrás, mas você tem que tentar de novo.... Tenta!!!
Homem...
Um homem tinha problemas, porque quando tinha uma mulher nua à frente dele não conseguia ganhar erecção. Então foi ao médico e, claro o Dr. receitou-lhe os comprimidos azuis. O homem chegou a casa e foi logo combinar com uma amiga. Estava ela toda aberta ali à frente dele, foi quando ele foi tomar os comprimidos. Tomou 1, mas não aconteceu nada. Tomou 2, e nada. Então tomou a caixa toda. Passado alguns segundos o homem ficou com uma coisa de um tamanho inacreditável! Naquela noite foi a mulher, foi a vizinha, foi a sogra, a avó, o cão, o amigo... foi tudo! Então ele decide telefonar ao médico e diz:
- Ai Sr. Doutor. Ajude-me.
- O que é que você fez?
- Aquilo não fazia efeito por isso tomei a caixa toda!
- Oh!!! Homem!!! Ai o que você foi fazer!!!
- O que é que eu faço?
- Olhe meta a coisa nalgum sítio frio e talvez o efeito desapareça!
Foi o que o homem fez. Abriu o frigorífico e por acaso meteu a pila dentro de um pacote de leite. De repente aparece a sogra e grita:
- Socorro! Fujam todos que ele está a reabastecer!!!
Na cama
Um tipo, enrolado debaixo dos lençóis, começa a acariciar a mulher.
- Desculpa, querido, mas amanhã tenho de ir ao ginecologista e quero estar fresquinha.
O tipo vira-se para o lado, dá voltas na cama e volta à carga:
- Olha lá, e amanhã também tens dentista?
- Sim tenho consulta à tarde - responde a mulher.
Estava quase a adormecer quando ouve a mulher.
- Mas sabes... as análises às fezes são só para a semana...


