terça-feira, 11 de julho de 2006

Dores de garganta!!!

Hino!

sábado, 8 de julho de 2006

domingo, 2 de julho de 2006

Foto do dia

O CÓDIGO D'AVINTES (segurança 0)

Tema altamente actual...

Sinopse:

A acção decorre em Avintes, no concelho de Vila Nova de Gaia.

 

Hermenegildo Rui Lopes, conceituado filósofo e gastrónomo, está no salão da Junta de Freguesia a proferir uma conferência sobre «A Implantação da República e a Gnosiologia da Broa de Avintes» quando recebe uma notícia inesperada: a velha Maria Tarreca, a maior especialista na fabricação da iguaria, foi encontrada morta com um código indecifrável no bolso da bata: 500 FM. 300 CT. 5-6 CZD. 

Com o propósito de decifrar o estranho código, Hermenegildo Rui Lopes e uma jovem historiadora francesa, Sophie Saulnier, intentam deslindar o caso.

Perdidos na investigação, chegam a telefonar ao Nuno Rogeiro e ao Prof. Marcelo, que costumam saber tudo.

Debalde, porém.

Aos poucos, vão descobrindo uma série de pistas inscritas nos monumentos da localidade.

Tudo se complica quando Hermenegildo descobre uma surpreendente ligação: a cozinheira morta estava envolvida com o Priorado de Avintes, uma sociedade secreta fundada no segundo quartel do século XVIII — e à qual tinham pertencido o conde de Aveiras, o príncipe das Astúrias (D. Fernando, futuro Fernando VI de Espanha), a Madre Paula de Odivelas e o próprio rei D. João V.

Pretendia a oculta organização criar a RABA (Real Academia da Broa de Avintes) e introduzir o estilo barroco na culinária lusa — e logo Sophie alvitra que a cúpula de côdea rija da broa semelha os tectos abobadados da arte barroca. (Broa, barroca: simples abreviatura, ou perda de letras com a erosão do tempo.) 

Finalmente, os dois investigadores conseguem descriptografar o enigmático código.

Era a receita da broa:

500 gramas de farinha de milho;

300 gramas de centeio;

5 a 6 horas de cozedura

O Churrasco

Após este longos meses de chuva e frio, podemos finalmente convidar uns amigos e fazer um Barbecue:

Talvez porque há um certo risco envolvido na actividade, este é o único tipo de cozinha a que um verdadeiro homem se deve dedicar: "À cozinha fora de casa"...

Quando um homem aceita fazer o Barbecue a seguinte cadeia de acções põe-se em marcha:

1) A mulher compra os alimentos

2) A mulher faz as saladas, prepara as batatas fritas, o arroz e a sobremesa.

3) A mulher prepara a carne para ser cozinhada, tempera-a, coloca-a numa travessa e leva-a ao homem que já está á espera ao pé do grelhador de cerveja fresca na mão. Aqui vem a parte realmente importante da questão:

4) O homem coloca a carne na grelha

5) A mulher vai para dentro e põe a mesa

6) A mulher apercebe-se que o homem está com os outros homem a contar anedotas e vem cá fora a correr a avisar que a carne se está a queimar

7) O homem aproveita e pede-lhe mais uma cervejinha fresquinha

8) A mulher vem cá fora trazer a cerveja e uma travessa e é então que vem a segunda parte importante do processo:

9) O homem tira a carne da grelha e entrega-a à mulher

10) Depois de comerem, a mulher tira a mesa, lava a louça, arruma a cozinha e lava a grelha

11) Toda gente dá os parabéns ao homem pela fantástica refeição que ele preparou

12) O homem pergunta á mulher se lhe soube bem o tempo de folga de que usufruiu, e perante o ar chateado dela conclui que há mulheres que nunca estão satisfeitas com nada...

Pequenas piadas...










Carro para ele e para ela

sexta-feira, 30 de junho de 2006

Reviver o passado

Um casal dá um passeio pelo campo.
Chegados a um local onde já tinham estado tempos atrás, a mulher diz para o marido:
-Querido, vamos fazer o mesmo que aqui fizemos há vinte anos!
O marido despe as calças, a mulher encosta-se à cerca e o marido salta-lhe em cima com toda a pressa. Fazem amor como nunca tinham feito antes.

Ela grita, contorce-se e agita-se descontroladamente. Quando terminam desmaia sem forças.
Depois de a levar para o carro e a reanimar, o marido diz-lhe:
- Querida, não te agitaste dessa maneira naquela vez em que fizemos amor aqui há vinte anos!
A mulher, ainda a recuperar o fôlego, finalmente consegue falar:
-Há vinte anos a pxxx da cerca não era eléctrica!