quarta-feira, 14 de maio de 2008

Só para os "distraidos"!!!


terça-feira, 13 de maio de 2008

Frasco nº 13

Um alentejano estava a caminhar numa rua e viu uma placa que dizia:
"Clínica Médica: tratamos qualquer doença; resultado garantido ou seu dinheiro de volta a dobrar".
O homem pensou: "Estes gajos acham-se muito espertos, mas vou ja enganá-los e ainda por cima facturar alguma massa". Entrou na clínica, pagou a consulta e o médico recebeu-o sorridente: "Bom dia, o que o traz por cá?"
"Doutor, estou aqui com um grande problema, perdi o meu paladar, não consigo sentir o gosto de nada; água, café, feijão, arroz, tem tudo a mesma falta de gosto"
E o médico: "Ah, sim senhor. Enfermeira, por favor traga-me o frasco número 13."
E veio um frasco cheio de merda; o médico encheu uma colher e enfiou-a na boca do paciente.
"O que é isso? O senhor deu-me merda?!! Tá doido?"
E o médico imediatamente: "Pronto, recuperou seu paladar, está curado!!!"
O alentejano saiu lixado da vida pensando: "Desgraçado, dessa vez apanhou-me; mas agora tenho que recuperar o meu dinheiro. Tenho de pensar em algo infalível".
Uns dias depois entrou na clínica, pagou novamente a consulta e....
" Ora, ora, o senhor aqui de novo?!"
E o paciente: "Como assim, de novo? Quem é o senhor, quem sou eu? Perdi minha memória. O que estou a fazer aqui?"
O médico sem pestanejar: "Ah, estou a ver, Enfermeira, o frasco 13, por favor!"
"O frasco 13 de novo não, porra!!!"
"Maravilhoso, recuperou a memória, está curado!!!"
E o alentejano, pior que estragado da vida: "Mas que grande filho-da-puta!!! Levou-me o dinheiro de novo. Não é possível!!! Desta vez não lhe vou dar chance...
Uma semana depois lá estava ele de novo... "Mas vejam só, o senhor novamente!!!. Em que posso ajudá-lo dessa vez? "
Pois é doutor, estou perdido de vez, perdi o tesão. Não tenho mais vontade de comer ninguém. Vejo a Catarina Furtado,a Angelina Jolie, a Shakira, a Carla Perez, a dançarina da boite e nada... não tenho mais vontade nenhuma..."
O médico pensou um pouco e solicitou: "Enfermeira, o frasco..."
Diz o paciente muito depressa e enraivecido: "Se vier com essa merda do frasco 13 mais uma vez eu fodo-o, doutor!!! Fodo-o a si, à enfermeira, à menina da recepção e a toda a gente desta clinica filha-da-puta! Fodo-os a todos!!!"
"Pronto, já recuperou o seu tesão novamente, já está curado!!!". **

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Olha o Dr. Jorge !!!

Vocês sabem a diferença entre o tratamento por tu e por você? Vocês pensam que sabem, mas vejam abaixo. Um pequeno exemplo, que ilustra bem a diferença:

O Director Geral de um Banco, estava preocupado com um jovem e brilhante director, que depois de ter trabalhado durante algum tempo com ele, sem parar nem para almoçar, começou a ausentar-se ao meio-dia. Então o Director Geral do Banco chamou um detective e disse-lhe:
- Siga o Dr. Jorge durante uma semana, durante a hora do almoço.
O detective, após cumprir o que lhe havia sido pedido, voltou e informou:
- O Dr. Jorge sai normalmente ao meio-dia, pega no seu carro, vai a sua casa almoçar, faz amor com a sua mulher, fuma um dos seus excelentes cubanos e regressa ao trabalho.
Responde o Director Geral:
- Ah, bom, antes assim. Não há nada de mal nisso.
O detective pergunta-lhe:
- Desculpe. Posso tratá-lo por tu?
- 'Sim, claro' respondeu o Director surpreendido!
- Então vou repetir : o Dr. Jorge sai normalmente ao meio-dia, pega no teu carro, vai a tua casa almoçar, faz amor com a tua mulher, fuma um dos teus excelentes cubanos e regressa ao trabalho.
A lingua portuguesa é mesmo fascinante!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

ARTIGO DE NUNO MARKL P/ OS TRINTÕES

A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida. E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta. O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer. 'Quem?', perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo? A própria música: 'Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além...' era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.·
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhecesse outros ícones da juventude de outrora. O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas, lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa.
Naquela altura era actual... E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul. Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos: Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu de uma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema. Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos. Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra. Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce.
O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador. Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa , à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.
Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros. Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo 'Moleculum infanticus', que não existiam antigamente. No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de 'terno' nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.
Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos.
Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração 'rasca'... Nós éramos mais a geração 'à rasca', isso sim. Sempre à rasca de dinheiro, sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos. Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo. Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta. Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos Sejas cromos. Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas. É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada. (Nota: ...os chocolates não eram gamados no 'Pingo Doce'... Ainda se chamava 'Pão de Açúcar'!!!)

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Chibanga

Como te chamas? - Pergunta a professora
- "Chibanga" - responde o puto.-
"Estamos em Portugal e não há cá Chibangas, isso era lá em Angola. Daqui para a frente chamas-te Manuel" -diz a professora.
Á tarde Chibanga volta a casa.
- "Correu-te bem o dia Chibanga?" - pergunta a mãe.-
"Já não me chamo Chibanga, mas sim Manuel, porque agora vivo em Portugal."
"Ah, tu tens vergonha do teu nome, da tua raça e renegas os teus pais!"
A mãe fica danada e enfia-lhe uma galheta bem aviada.Chega o pai a casa e faz a mesma pergunta.
- "Correu-te bem o dia Chibanga?"
"Já não me chamo Chibanga, mas sim Manuel, porque agora vivo em Portugal."
"Ah, tu tens vergonha do teu nome, da tua raça e renegas os teus pais!"
Chibanga oferece a outra face e leva mais uma galheta.
No dia seguinte quando chega à escola, a professora reparando nas marcas dos dedos na cara do miúdo, pergunta:- "O que é que te aconteceu Manelinho?"
"Bem professora, ainda não era português há duas horas e fui logo agredido por dois pretos"

domingo, 20 de abril de 2008

Fonética!!

Um Inglês a viver em Portugal ia fazendo um esforço para dizer umas coisas em Português. Foi ao supermercado e fez a seguinte lista:


- Pay she

- MacCaron

- My on easy

- All face

- Car need boy (may you kill oh!)

- Spar get

- Her villas

- Key jo (parm soon)

- Cow view floor

- Pee men too

- Better hab

- Lee moon

- Bear in gel

 

Ao chegar a casa, bateu com a mão na testa e disse:

- Food ace! Is key see me do too mate! Put a keep are you!!!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

IKEA: enlouqueça você mesmo

Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros.
Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»?
E é «o» IKEA ou «a» IKEA»? São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia».
As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais. Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos.
Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros.
Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.
É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.
Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira. Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece--me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno.
Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro. E os suecos que montem tudo, se quiserem receber.

Em Itália as coisas funcionam!!!


sábado, 5 de abril de 2008

Prostituta v/s Juiz

O Juíz perguntou à prostituta:
- "então quando é que se apercebeu que tinha sido violada?"
A prostituta respondeu, limpando as lágrimas:
- "Quando o cheque foi devolvido!!!"