sábado, 4 de março de 2017

Inimigos

Quase ao final da prática dominical o sacerdote perguntou aos fiéis:
- Quantos de vós conseguistes perdoar os vossos inimigos?
A maioria levantou a mão. O sacerdote repetiu a mesma pergunta e então todos levantaram a mão menos uma pequena e frágil velhinha. 
- Senhora Maria? A senhora não está disposta a perdoar os seus inimigos?
- Eu não tenho inimigos! - respondeu ela, docemente. 
- Senhora Maria, isso é muito raro! - disse o sacerdote, e perguntou: 
- Quantos anos tem a senhora? 
E ela respondeu: 
- 98 anos!
O público presente na igreja levantou-se e aplaudiu a idosa, entusiasticamente. 
- Doce senhora Maria, conte-nos como se vive 98 anos e não se tem inimigos?
A doce e angelical velhinha dirige-se ao altar e diz em tom solene, olhando para o público emocionado: 
- Já morreram todos, aqueles filhos da p***!

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Vaselina

Certo dia o Felisberto resolveu comprar uma mota.
Só havia um problema: Os cromados.
O vendedor aconselhou-o a usar vaselina para os proteger sempre que chovesse, e assim foi: o Felisberto sempre que via chuva, lá ia ele besuntar a mota com vaselina.

À pala da mota, conheceu uma rapariga e começaram a andar. Certo dia, ela resolve convidá-lo a ir jantar lá a casa e conhecer os seus pais. 
E assim foi.

Chegada a hora da refeição, o pai diz:
- Cá em casa temos uma regra: Como ninguém gosta de lavar a loiça, quem falar primeiro depois de acabar a refeição, lava a loiça.

Felisberto achou tudo muito estranho, mas assim fez. No final da refeição resolveu experimentar para ver se ninguém falava mesmo, e começa a beijar a namorada à descarada.
Grande marmelada à mesa e ninguém se pronunciava.

Resolveu ir mais longe e pegou na namorada, pô-la em cima da mesa e.... Pimba.
E tudo continuava calado.

Não contente, pega na futura sogra e.... Pimba.
E ninguém dizia nada...

Nisto começa a chover.

Felisberto dirige-se ao seu blusão de cabedal e saca da embalagem de vaselina.
O pai olha assustado para a vaselina e diz muito rapidamente:
-OK, OK, eu lavo a loiça !!!!!...

 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

TESTAMENTO ORIGINAL E BEM INTERESSANTE...


Um homem rico estava já na agonia.
Pediu papel e caneta, e escreveu assim:
"Deixo os meus bens a minha irmã não ao meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres".
Morreu antes de fazer a pontuação...
A quem deixava a fortuna? Eram quatro os concorrentes.

1. A IRMÃ fez a seguinte pontuação:
Deixo os meus bens à minha irmã. Não ao meu sobrinho.
Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2. O SOBRINHO chegou a seguir e pontuou assim o escrito:
Deixo os meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho.
Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3. O PADEIRO chega entretanto, pede o original e esclarece:
Deixo os meus bens à minha irmã? Não!. Ao meu sobrinho?
Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4, UM POBRE que andava por ali, faz esta interpretação:
Deixo ao meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho?
Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada!
Dou aos pobres.

MORAL DA HISTÓRIA
A vida vem como num texto corrido.
Somos nós que lhe fazemos a pontuação.

OS TRES PORQUINHOS




Estavam os três porquinhos, todos contentes, a brincar e a cantar quando a porta se abre com violência e entra um lobo desconhecido.
Os porquinhos ficaram paralizados de medo. 
Diz o lobo:
- "Salâm 'aleïkum !"
Respondem os três em coro, suspirando de alívio:
- "Deus seja louvado, é muçulmano !"